Maputo vai acolher na quinta-feira a cimeira da defesa e segurança da SADC sobre a violência armada no norte de Moçambique e o apoio no combate aos grupos armados, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação moçambicano. O ministério avança que o encontro será dirigido pelo presidente em exercício da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e chefe de Estado do Botsuana, Mokgweetsi Masisi, e contará com a presença dos presidentes de Moçambique, Filipe Nyusi, África do Sul, Cyril Ramaphosa, Zimbabué, Emmerson Mnangagwa, Maláui, Lazarus Chakwera, e da Tanzânia, Samia Suluhu. A cimeira contará também com a participação da secretária-executiva da SADC, Stergomena L.Tax. A reunião "irá deliberar sobre a situação de instabilidade no norte de Moçambique, resultante da ação de grupos terroristas e do extremismo violento, bem como as modalidades concretas de apoio regional para a sua erradicação", refere-se no comunicado. O encontro junta a chamada ...
Josina Machel Nascimento 10 de agosto de 1945 Vilanculos Morte 7 de abril de 1971 (25 anos) Dar es Salaam Cidadania Moçambique Ocupação feminista, política Causa da morte Josina Machel ( Vilanculos , 10 de agosto de 1945 - Dar es Salaam , 7 de abril de 1971 ), em solteira, Josina Abiathar Muthemba , foi uma revolucionária anti-colonial moçambicana que lutou pela independência do país e pelos direitos das mulheres. Biografia Em 1956, Machel mudou-se para a capital de Moçambique para frequentar a escola secundária, onde se tornou activa politicamente em grupos de estudantes clandestinos, e onde acabou por se tornar membro de uma célula secreta da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO). [ 1 ] Em 1963, com 18 anos, fugiu de Moçambique para se juntar à luta armada de libertação contra o regime colonial português. Após uma primeira tentativa falha...
Zenaida Machado, investigadora da Human Rights Watch, alerta para o aumento exponencial do número de deslocados internos em Pemba e insta o Governo moçambicano a garantir segurança e assistência às populações afetadas. Mais de uma semana depois do ataque armado ocorrido na vila de Palma , a norte de Moçambique, o ambiente na região é de instabilidade e os gritos de chamada de atenção para a situação humanitária em Cabo Delgado intensificam-se por parte de várias organizações internacionais. Milhares de sobreviventes, aterrorizados pela tomada da vila pelos insurgentes, procuram refúgio seguro e carregam com eles apenas as roupas que têm no corpo e um futuro incerto. Avançam em direção às matas, chegam aos distritos de Nangade, Mueda, Montepuez mas sobretudo a Pemba. A sobrelotação da capital provincial de Cabo Delgado e a falta de condições humanitárias para acolher milhares de deslocados inquieta Zenaida Machado, investigadora da organização Human Right Watch (HRW). "A cid...
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